Recomendamos o Hélio para ajudar nesse impasse e hoje o pessoal da obra disse que a Gabriela já tinha passado por lá hoje procurando por ele.
Ainda conhecemos o Seu Moacir, da Madereira, que mora algumas ruas abaixo da nossa e que nos fez um preço bem camarada nas tábuas de Pinus que precisávamos.
Tenho notado uma afetividade nas pessoas que me lembra muito a que a gente tinha lá em Quitaúna quando eu morava lá. Essa vidinha de apartamento que a gente vive aqui na Vila Romana (apesar de a gente morar numa casa) cria situações absurdas, como a de eu nunca ter conversado com o Marcos, meu vizinho aqui de baixo, até o dia em que a calha entupiu e eu resolvi subir no telhado da garagem dele para limpar do meu jeito.
Três anos para a gente saber o nome um do outro e ter uma conversa maior que "bom dia e boa noite". Isso não é vida!
Lá no conjunto basta eu ficar sentado na calçada cinco minutos e logo aparece alguém para se apresentar.
Isso sem comentar todas as pessoas que a gente está conhecendo a partir da nossa participação na Rede Butantã de Movimentos e Forças Sociais. Vizinhos de outros bairros, de outras partes do vasto Butantã. Gente muito bacana e muito engajada.
Duca...

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