terça-feira, 24 de março de 2009

Quase fechada!











































Coisas que estamos garimpando da família

Esse final de semana viajamos para Franca. Fomos para a casa dos pais da Clau, sem os quais esta obra inteira não seria possível. Eles estão dando uma força espetacular, como sempre! Além dos empréstimos à perder de vista, ainda garimpam coisas antigas no barracão da chácara e nos dão de presente.

Por exemplo, esse sofá, que era usado no
 consultório do Seu Alfredo. A armação do bicho é toda em madeira maciça. O estofamento está novinho e com
 alguma reforma podemos deixá-lo mais confortável (o ângulo do encosto é 90º, o que dá uma sensação de dureza). 

Além disso, arranjamos uma cadeira de escritório, com visual anos 70... E assim vamos.

Isso sem contar que a Dona Auxiliadora encontrou um
 excelente marceneiro/carpinteiro para fazer todas as portas e janelas da casa, num preço mais interessante do que os de São Paulo. O cara é muito caprichoso e utiliza madeiras de lei certificadas. No caso, ela fechou um 
pacotão, em que ele vai nos fazer uma mesa rústica para a cozinha (com pranchas de madeira tiradas do sítio) e uma bancada para o aparador.


E ainda, ela descolou uma liquidação numa 
loja de móveis e nos deu seis cadeiras de madeira e duas de armação de ferro, para a noss
a futura cozinha.

O visual das cadeiras da cozinha lembra Flintstones. As cadeiras são rústicas, mas são muito confortáveis de se sentar.



Esses dois são espetaculares!

Enchendo as colunas





terça-feira, 17 de março de 2009

Último Recurso

Atendendo a uma dica que nos foi dada pelo Richard, da Álibi, fomos até Itu ontem, atrás da Demolidora Último Recurso. A gente já tinha tentado apurar uns orçamentos com o Seu Hélio, dono do lugar, mas o sujeito é uma figura e nos dizia diversas vezes: "Vem aqui ver... Vem aqui ver...", como se Itu fosse aqui do lado.

Primeiro passamos no Antigão da Raposo Tavares, só para ter certeza de que os sujeitos cobram caro mesmo. Lógico! O lugar fica na boca da Granja Viana. Só para ter uma idéia, a feitura das janelas e portas da casa que ficou em média 10 mil reais em outros lugares, nos custaria quase trinta mil no Antigão. É mole? Lógico que tudo é feito de Peroba Rosa, de demolição e etc... Mas, isso é ladroagem no sentido mais lato da palavra!

Deixamos o Pedro com os avós em Osasco e pegamos a Castelo Branco, rumo à cidade onde tudo é grande.

Bem, lá não é como a Sólon, onde as coisas estão todas organizadas e catálogadas. Ao contrário. É um depósito de entulho! Mas tem cada coisa bacana... A gente comprou uma pia de banheiro, daquelas antigas, com uma cor superbacana por R$ 28,00. Isso mesmo. Vinte e oito reais
Primeiro o preço era quarenta, mas eles não encontraram a coluna da pia e nos deram um sifão cromado para compensar. Na hora de pagar, seu Hélio já fez por R$ 30 e como não tínhamos trocado, acabou saindo por R$28.

Deixamos as especificações das portas e janelas com eles, para ver quanto sairia fazer tudo com o Marceneiro de lá, Nelson. As fotos dos trabalhos do cara são muito legais. Quero ver pessoalmente...

sábado, 7 de março de 2009

o jardim é a casa

Uma casa abraçada por um jardim. Foi essa a frase que Hélio nos trouxe de presente. encheu nossas vistas e, particularmente, meu coração de alegria. E o coração é a imagem que agora tem me vindo para indicar o que é essa obra. Um coração cercado de uma mata.

Essa possibilidade de estar abraçada pela mata, protegida pelos tijolos aparentes e térmicos, arejada pela ventilação cruzada e pelos espaços amplos e inspirada pela vista magnífica e pelo céu estrelado que finalmente - em 16 anos de SP - poderei contemplar é a imagem que dá força nesse momento. Sim, a obra anda, as coisas acontecem com a ajuda de muitos. Mas a espera, a espera...a espera.

Aí penso: o jardim não está só lá fora. não apenas ao redor da casa, mas é a própria casa. Esse é o tempo da espera, aquele tempo em que as mudas já brotaram, mas ainda não há sombra. O cuidado sempre necessário, a manutenção, o carinho. O prazer de enfiar a mão na terra, sujar-se de barro. Passar pelo inverno, esperar a primavera.

É esse um jardim vivo, não aqueles de shopping. Ver as plantas crescerem, ver a vida tomar seu espaço, executar sua dança no tempo moldando seus troncos. Como vemos os tijolos tomando contornos de paredes. Como esperamos, ainda na casa atual, já chamada de "antiga", abarrotada de coisas e sonhos. No escritório improvisado com a mesa mais alta que deveria, cadeira mais dura que deveria, espaço menor que gostaríamos, esperamos, prenhes de expectativa.

O sol não vai andar mais rápido por causa disso. Então é melhor imaginar o jardim, mas se encantar com as primeiras folhas, ainda que frágeis, mas mais concretas que o sonho puro. Folhas tingidas de barro de demolição.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Finalmente, uma parede

 
Olha, uma parede!

 
Luis e Pretinho posando para a foto

 
Aquelas antenas ali são a Avenida Paulista
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Começando as paredes

 

 

 
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Tijolos Tijolos Tijolos

Chegada dos Tijolos

Começando a cozinha

Avaliando o Progresso

Uma das nossas vistas
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