Eu olho no papel e vejo o projeto lindo que o Hélio fez para a gente. Visito a obra uma ou duas vezes ao dia, para ver como estão andando as coisas e ver se o pessoal precisa de alguma coisa. Mas quando começo a ver que quase nada do que está ali vai ser aproveitado, meu coração fica apertado. Um cano partido, o telhado que já era. Aquela parede que vai sair e mais aquela outra. O piso inteiro quebrado...
Hoje eu escutei o vizinho dizendo em voz alta aquilo que a minha cabeça me diz em voz baixa: "O cara gastou uma grana reformando essa casa e o pessoal chega e reforma tudo de novo". É isso ai.
A casa é nossa e a gente tá deixando ela do jeito que ela nos sirva. Mas não dá para deixar de pensar no desperdício. De trabalho, de material, de gente... de dinheiro.
Por isso é que tem fotos como essa em que eu saio com essa expressão.

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