quinta-feira, 28 de maio de 2009

o primeiro mosaico

Primeira regra do faça-você-mesmo: certifique-se que você sabe fazer.

Pois é. Como tudo o que é artesanal, tem sempre cara de lá-em-casa-eu-faço. E eu já sei, por experiência, que se falta talento, fica tosco.

Pois é. Então ó meu medo de fazer esses mosaicos. Uma coisa que vai ficar no chão de casa (no cimento queimado), a gente olhando pra ele todo dia, e uma coisa que eu nunca tinha feito. A Lu (Canton) me encorajou, mostrou o que tinha feito na raça, ficou lindo, mas a Lu tem jeito pra essas coisas, então não conta.

Ah, mas eu queria muito... Juntei as pastilhas doadas (pela própria Luciana), comprei umas ferramentinhas, papel craft, imprimi uns desenhos...e mesmo com o fantasma da cafonalha de mosaicos que andam assombrando o universo das decorações, mesmo com medo de ferir minha vênus trazendo ao mundo uma coisa horrorosa, eu fui. Comecei com uma braboleta.

Demorooooooooooou que só! Mas sabe que ficou legal?

Agora tô mais confiante pra fazer umas gracinhas, criar umas formas sem traço. Mas fica pra amanhã, que já são 2 da madruga e meu dedo tá todo esfolado.

Taí, aprendi. Coragem é bom...

domingo, 24 de maio de 2009

É possível?

Não me lembro de, lá atrás, ter me perguntado isso. Ou, se perguntei, ouvimos do Hélio: Clau, tudo depende do projeto.
Quem conhece a casa dele, erguida em cima de pedras, sabe do que ele está falando.
No caso, a questão nem é geográfica, já que nosso terreno é bem regular. É econômica.

Fazendo uma retrospectiva, quando compramos a casa, tínhamos um dinheirinho que sobrou pra reforma. A dúvida era: mudamos assim mesmo e juntamos mais, reformamos um pouquinho e juntamos mais e - o que parecia improvável - já vamos logo erguer o segundo piso?!

Essa era a opção mais irracional. Menos provável. E mais desejada. Por força de tração que a imagem de uma casa linda tinha, arriscamos.

Se o Helio achou que não ia dar com o tanto de grana que a gente falou que tinha, ele não disse nada. A gente também não ficou perguntando muito, foi caminhando sem olhar pra trás, pros lados e, principalmente, pros bolsos. É claro que tivemos uma ajuda considerável de meus pais, sem a qual a obra estaria parada, mas de qualquer jeito, hoje nossa situação econômica triplicou. O que moveu tudo isso?

Nada nos dizia ser possível fazer. O segredo foi não dar bola pra isso.

"Por não saber que era impossível, foi lá e fez". É de alguém essa frase, não sei quem. Mas encaixa.

sábado, 23 de maio de 2009

Cozinha, Escada, Escritório


Janelas do escritório
Parede divisória da Escada

Bancada da Cozinha

Clau fazendo a prova de altura



Espaço para a geladeira, debaixo da escada

domingo, 17 de maio de 2009

cadê as fotos recentes?

Pois é...
Há 2 semanas, o Dja perdeu todas as fotos do HD
De lá pra cá, foi preguiça mesmo.
Já já tem mais.

as tais pastilhas


Preciso falar sobre isso!

Nossa, tem de todo preço. até de inox. até de bala de goma, se bobear.
as de vidro, cristal, cerâmica, escambau.
tem umas que custam tipo 300 reais o m2. HAHAHAHAHAHAHA
consegui na promoção umas lindinhas, azuis, a 22 reais o m2. descobri que isso é beeeem barato.

minha dúvida é: será que essa moda cansa?






momento gostoso & trabalhêeeera

eu quero acreditar que entramos nos acabamentos. nos finarmentes. então vamos considerar que sim, apesar da Telhanorte e da prefeitura.

os ACABAMENTOS...

10 pontos na Gincana: pegamos uma promoção de pastilhas na Zaro e outra de metais (pros não-iniciados, torneira, chuveiro, etc) na Leroy Merlin. Sorte? Sincronicidade? Os deuses estão a favor...

Nossa, tem tanta coisa linda e cara que eu agradeço saber também que coisa linda pode ser barata. Você decide: paga uma nota e fica com casa com cara de revista (na melhor das hipóteses) ou com cara de mostruário (o mais comum) OU rala, rala, rala, garimpa, funde a cuca e pensa em soluções descoladas-práticas e, às vezes, faça-você-mesmo (cuidado!)

Mas é uma fase gostosa. Agora ando pesquisando desenhos pra fazer mosaicos no chão, que nem a Lu fez na casa dela e ficou lindo. Porque de tanto ver cimento queimado + ladrilho hidráulico eu já tô enjoada. Parece um pacote, sô! Cadê a subversão?

E olha que eu ando vendo tanta coisa bacaninha nesses blogs... mas é bom também irmos aos poucos, porque agora vamos ter que ficar naquele estica-e-puxa pro básico. Pra ter escadas, por exemplo.

o bom da casa ser tua é que dá uma paciência...

bloguinho delícia

desde que começamos a reforma, enfronhei-me num garimpo que amo: consultar sites de revistas para ter idéias. É legal, mas as casas tem cara de casa de revista - óbvio - e muitas vezes as coisas são inviáveis. Noutras, feias mesmo, cafonas, com aquele glamour higiênico D&D.

Recentemente, descobri o mundo maravilhoso dos blogs. Aqui tem informações preciosas, muitas imagens e achados, todas publicadas com gosto - como os blogs costumam ser - e com muito bom gosto. E o melhor, com muitas dicas, encurtando muito o caminho de leigas como eu.

E estou percebendo que há uma confraria, porque nos links vc vê mais um monte, fica um indicando o outro. Aí, dá pra entrar em um e descobrir outros mil, só de gente descoladinha, casa com visu bacaninha, objetos de feirinha e outros diminutivos delicinhas.

estou apaixonada por este. entra aí, vale a pena.

http://decoeuracao.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Telhanorte faz entrega com caminhão da prefeitura

É isso mesmo que você leu. Como a prefeitura de São Paulo limitou o tráfego de caminhões de grande porte na cidade de São Paulo, a empresa que revende materiais para construção achou uma saída inteligente para manter as suas entregas de material básico inalteradas: um caminhão com logotipo da secretaria de obras da prefeitura.

Na sexta-feira, às 17hs, me aparece esta pérola, carregado com o material que eu havia comprado na quinta à tarde. O prazo foi excelente, diga-se de passagem. No entanto, eu havia comunicado ao vendedor que a equipe ficaria na obra somente até às 16:30hs. Por sorte eu, a Clau e o Pedro estávamos dando uma passada por lá e quando chegamos, vi o caminhão da prefeitura parado diante da obra.

Os caras começaram descendo os tubos de PVC, para água e esgoto. Surpresa! Dos quinze tubos de 3/4" que comprei, oito estavam quebrados nas pontas por pelo menos um metro e meio. Fui separando tudo e dizendo ao sujeito que não queria a mercadoria daquele jeito. Os
caras foram largando a mercadoria onde dava, colocaram o cimento direto sobre o chão e enquanto empilhavam os blocos de cimento celular, reclamavam que o correto seria deixar os blocos na calçada diante da obra.

Levaram de volta a mercadoria avariada e me pediram para escrever no verso da nota de entrega que os produtos estavam sendo devolvidos. Com a pulga atrás da orelha, liguei imediatamente para a Telhanorte. Aguardei por 20 minutos e fui informado que as pessoas do setor já não estavam.

No dia seguinte, liguei novamente e após esperar por 40 minutos, fui atendido por Romilda, a pessoa responsável pelo setor de entrega. Ela me pediu um número de pedido que havia ficado na obra e não poderia fazer nada com o meu nome e CPF, muito embora essas informações sejam utilizadas na loja para identificar compras anteriores.

A novela foi tentar falar com esta pessoa depois disso. Cheguei a esperar mais de 40 minutos na linha telefônica, sendo transferido inúmeras vezes pela atendente Vanessa. Por fim, resolvi ir pessoalmente à loja e falei com o gerente Wanderson, que me informou que o entregador não havia informado sobre a avaria na mercadoria e que se eu não tivesse reclamado, a coisa teria ficado por isso mesmo. Isso ele me dizia como se fosse natural que eu tivesse que ter saído da minha casa para exigir uma mercadoria pela qual eu já paguei.

Aproveitei para reclamar do atendimento ao consumidor e ele me disse que meu pedido chegaria no máximo até hoje. 

Bem, acabo de voltar da obra e o pedido ainda não chegou. Novamente terei que ir até a loja para reclamar, porque o SAC da empresa é uma merda.