Pois é. O Luis II nos deixou no mar de lama. Só ligou depois de uma semana, com novas histórias tristes. Mas a gente tinha uma história feliz pra contar.
No desolamento de mais um abandono, jogando-me de cabeça no facebook, onde passo alguns momentos lendo bobagem pra relaxar, coloquei, como quem não quer nada e nem acredita em coisa alguma, uma mensagem: "Alguém conhece um pedreiro que não dá bolo?"
A Letícia, provavelmente alguém que sabe o que estamos passando, respondeu imediatamente: indicou o Sr. Vando.
Assim como quem não acredita mas quer acreditar que pedreiro bom e indicado vai estar livre, liguei. E assim como quem vive um milagre, ouvi dele que esperava confirmação de mais 2 trabalhos, mas nada certo.
Era uma sexta. Já chamei o homem pro dia seguinte, pagando diária. Porque se é que eu aprendi alguma coisa nessa obra foi que a gente tem que agir rápido.
Ele veio, trabalhou direitinho, é gente fina, tudo de bom. A gente, já gato escaldado e ferido, até se arrepende da nossa "dureza do trato". Acertamos o novo "pacote", de novo sem ter a menor idéia de como pagar. Mas se é que aprendemos outra coisa nessa obra é que tem muita gente visível e invisível ajudando.
Daí algo bem invisível mesmo, o governo, deu uma restituição de IR surreal, que já cobre metade do pacote.
Final feliz. Ainda não é the end, mas tá quase.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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