quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

as redes

Nesse final de semana que passou, antes da turma chegar, o Dja pendurou a rede. Como ele mesmo disse, a de índio.

Algumas coisas são significativas, e esse momento foi.

Primeiro porque rede não combina com SP. Combina com praia, com interior, com vida boa. Nada mais antagônico ao ritmo local. Por isso, amo as redes, para subverter o padrão.

Temos 3. Ganhamos todas de presente de casamento, e nunca pudemos usar, porque a casa véia tinha paredes de isopor. Ficaram guardadas esperando o dia mágico de embalarem nossos ócios. E o primeiro par de ganchos (de muitos outros que pretendemos espalhar) foi colocado. E a dita já deu início à sua vocação do prazer sem culpa.




Aí, enquanto eu ouvia a orquestra que o Pedro regia, pensava há quanto tempo não me sentia em casa numa casa. Especialmente no verão, quando o que eu queria era sair pra "aproveitar o dia". Lembrei que morar bem é possível, e passamos o dia todinho aqui, sem pressa dele acabar, aliás, sem pressa de nada. e sem vista pro mar.

Agora só falta fazer as redes de amigos aportarem pessoalmente por aqui...

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