Domingo a gente se mudou aqui para o Butantã, finalmente. Estou escrevendo esse post aqui da bancada do escritório, de frente para uma janela que um dia vai dar para uma trepadeira na parede. Atrás de mim, o Pedro assiste ao Cocoricó e à minha esquerda, na cozinha, a Clau ajeita o nosso almoço.
Acabei de descer do andar de cima, agoniado com a zona que ainda está a nossa casa. Caixas para todo lado, pintor terminando de resolver as paredes do quarto do Pedro e do nosso quarto, pedreiro assentando a pia do banheiro de cima e terminando a parede dos fundos da casa... A casa é nossa mas ainda é a obra deles também e isso vai gerando uma chateação sem fim. Os caras são muito bacanas, mas essa não é a casa deles. Então eles largam as coisas onde for mais fácil de pegar depois e outras coisas do gênero.
A gente queria fotografar o estado atual da mudança, mas não temos a menor idéia de onde está a máquina fotográfica. Ontem eu passei a tarde inteira organizando o escritório e a biblioteca, jogando coisas fora, dispensando caixas e parece que eu não fiz nada. Tentei resolver o cabeamento de rede, coisa que faço com tranqüilidade normalmente, e não consegui deixar a coisa funcionando.
Agora à tarde eu vou na Vespasiano acompanhar a vistoria do imóvel e depois passo na imobiliária para assinar a nossa saída de lá. Ainda tenho que trazer a escada marrom, garrafas de cerveja vazias e muitos vasos de planta que ainda ficaram. Estou rezando para não ter que pintar nem fazer nada na casa velha. Sexta-feira eu tenho a primeira diária do longa que vou fazer e reestréio "Escombros", peça que não faço a mais de um ano. Não posso nem pensar em ter outra coisa para fazer.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
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